terça-feira, 24 de junho de 2014

São Francisco de Assis

Cristo quero ser instrumento de tua paz e do teu...
infinito amor onde houver ódio e rancor que eu
leve a concórdia, que eu leve o amor 

Refrão 
Onde há ofensa que dói.... que eu leve o perdão onde houver a
discórdia, que eu leve a união e tua paz 


Onde encontrar um irmão a chorar de tristeza sem voz e
nem vez quero bem no seu coração semear alegria
pra florir gratidão 

Mestre,que eu saiba amar compreender,consolar e dar
sem receber quero sempre mais perdoar trabalhar na
conquista e vitória da paz
Cristo quero ser instrumento de tua paz e do teu...
infinito amor onde houver ódio e rancor que eu
leve a concórdia, que eu leve o amor 

Refrão 
Onde há ofensa que dói.... que eu leve o perdão onde houver a
discórdia, que eu leve a união e tua paz 


Onde encontrar um irmão a chorar de tristeza sem voz e
nem vez quero bem no seu coração semear alegria
pra florir gratidão 

Mestre,que eu saiba amar compreender,consolar e dar
sem receber quero sempre mais perdoar trabalhar na
conquista e vitória da pa
Cristo quero ser instrumento de tua paz e do teu...
infinito amor onde houver ódio e rancor que eu
leve a concórdia, que eu leve o amor 

Refrão 
Onde há ofensa que dói.... que eu leve o perdão onde houver a
discórdia, que eu leve a união e tua paz 


Onde encontrar um irmão a chorar de tristeza sem voz e
nem vez quero bem no seu coração semear alegria
pra florir gratidão 

Mestre,que eu saiba amar compreender,consolar e dar
sem receber quero sempre mais perdoar trabalhar na
conquista e vitória da pa

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Pedagogia de Luckesi

É natural do ser humano avaliar a tudo e a todos: o cardápio do restaurante; o amigo que chegou atrasado; o atendimento; a pessoa mal vestida ou a outra que exagerou nos brilhos; Tudo é motivo para críticas e avaliações. E se essa avaliação for positiva trataremos de uma forma, caso contrário, trataremos de outra. A avaliação humana é cruel e cheia de pré-conceitos que aprendemos desde criança porque não procuramos conhecer o indivíduo antes de julgá-lo, simplesmente atribuímos a ele características satisfatórias ou não.
O professor também faz parte desse sistema, porém para ser um bom profissional deve se despir dessas avaliações errôneas que, muitas vezes, determinam o fracasso escolar. Portanto, o profissional da educação tem que saber usar de forma adequada esse recurso avaliativo.
Para Luckesi, "A avaliação só nos propiciará condições para a obtenção de uma melhor qualidade de vida se estiver assentada sobre a disposição para acolher, pois é a partir daí que podemos construir qualquer coisa que seja.".O professor tem que estar disposto a transformar a realidade do seu aluno, mas primeiro terá que aceitá-lo do jeito em que se encontra. Ao acolher esse sujeito está dando uma chance de mudança, apresentando novos caminhos construirá, juntamente com ele, uma nova realidade.


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Simples Versos



Quem me dera pudesse compreender.
Os segredos e mistérios dessa vida.
Esse arranjo de chegadas e partidas.
Essa trama de pessoas que se encontram.
Se entrelaçam. 
E misturadas ganham outra direção...
* Pe. Fábio de Melo *

Fala Francisco

terça-feira, 10 de junho de 2014

A IMPORTÂNCIA DA PUREZA

A gravidade do pecado da impureza, também chamado de luxúria, é que mancha um membro de Cristo.
“Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros” (1Cor 12,27), diz São Paulo, “... assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós somos membros uns dos outros”. (Rom 12,5)
Quando um cristão comete um pecado de impureza, não suja apenas a si mesmo, mas também ao Corpo de Cristo, do qual é membro. É neste sentido que São Paulo alertava os fiéis de Corinto sobre a gravidade desse pecado. “Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo ?” (1 Cor 6,15)
São Paulo pede aos coríntios: “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (1 Cor 6,18).
É preciso entender que nós não apenas “temos” um corpo, mas “somos” um corpo. Nossa identidade está ligada ao nosso corpo; ela é fixada pela nossa foto, impressão digital ou código genético (DNA). Portanto, o pecado da impureza agrava-se na medida em que, mais do que nos outros casos, envolve toda a nossa pessoa, corpo e alma.
E o Espírito Santo não habita apenas a nossa alma, mas também o nosso corpo.
“Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo que habita em vós, o qual recebestes de Deus, e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço”. (1 Cor 6,19)
Como disse São Pedro, não fomos resgatados a preço de bens perecíveis, prata e ouro, mas “pelo precioso sangue de Cristo” (1 Pe 1,18), para pertencermos a Deus, no corpo de Cristo.
São Paulo ensina que devemos dar glória a Deus com o nosso corpo: “O corpo, porém não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o Corpo”. (1 Cor 6,13). “Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo”. (1 Cor 6,20)
Nosso corpo está destinado a ressuscitar no último dia, glorioso como o corpo de Cristo ressuscitado. “Nós, porém, somos cidadãos dos céus. É de lá que ansiosamente esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará nosso mísero corpo tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso...” (Fil 3,20)
Por tudo isso São Paulo disse aos coríntios:
“Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós”. (1 Cor 3,16-17)
Para viver a pureza é preciso estar em alerta o tempo todo, como recomendou o Senhor: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mt 26,41)
Mahatma Gandhi, que libertou a Índia, e que não era cristão, mas amava Jesus, escreveu: “A castidade não é uma cultura de estufa... A castidade é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não pode alcançar a firmeza necessária”. “A vida sem castidade parece-me vazia e animalesca”. (Tomás Tochi, “Gandhi, mensagem para hoje”, Ed. Mundo 3, SP, pp. 105ss,1974)
Santo Agostinho dizia: “se queres ser feliz, sê casto”.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

ter piedade não é fazer cara de santo, mas servir os irmãos.
Por outro lado, se a piedade nos faz crescer na relação e na comunhão com Deus, ao mesmo tempo nos ajuda a dirigir este amor também aos outros. E então seremos movidos por sentimentos de piedade – não de pietismo! –
Por que não digo pietismo? Porque algumas pessoas pensam que ter piedade é fechar os olhos e fazer cara de santo. Fazer de conta que é um santo. Mas este não é o dom da piedade. É o que nos torna capazes de alegrar-nos com quem se alegra, chorar com quem chora, estar próximo de quem está só ou angustiado, corrigir quem está no erro, consolar quem está aflito, acolher quem passa necessidade. Há uma relação muito estreita entre o dom da piedade e da mansidão, que nos faz tranquilos, pacientes, em paz com Deus: a serviço com mansidão dos outros.