Existem expressões próprias de quem crê em Deus, tão cheias de vida, tão cheias de significado! Não são ocas, nasceram de um coração que enfrentava a crueza de algumas verdades. Acreditar em Deus tem repercussões diretas na nossa vida. Especialmente no momento em que a gente se sente indigente. É no momento em que nos sentimos limitados que nós fazemos a experiência da fé mais pura.
Porque quando a gente se sente limitado com poucos recursos, na singularidade do ser, é aí que a gente encontra o código dos nossos valores. Quer saber que valores você tem? Retire os seus excessos. Os excessos nós impedem de reconhecer a nossa verdade fundamental. Já cheguei a conclusão de como é fácil nos perdemos nos nossos excessos.
A dor faz esse processo de nos fazer chegar ao simples. No primeiro momento a gente pode até não querer, mas o processo natural da dor, nos encaminha para um território onde tem que prevalecer a simplicidade.
(Uma vez uma grande professora de filosofia, uma intelectual, ateia, que buscava respostas para tudo, que aprendeu a ser gente desde muito criança. A partir dessa certeza de que é preciso ter argumentos, convicções... e fez da sua experiência existencial seus livros, sua atividade acadêmica e não é nenhum problema isso desde que você tenha equilíbrio com a simplicidade e a sabedoria né!
Um bom intelectual é aquele que consegue ter o tempo, fazer da sua vida uma experiência racional inteligente e ao mesmo tempo aberto para a sabedoria, a simplicidade, para as artes, para o equilibrio emocional, espiritual... E aquela mulher era manca, poque ela só tinha inteligência, ela só sabia ser ele mesma a partir dos livros e dos argumentos. Uma professora brilhante na universidade, palestrante que viajava o mundo inteiro falando sobre filosofia de repente é acometida por um câncer. Ela tinha toda uma dificuldade de lidar com o limite do próprio corpo, ela tinha muita dificuldade de entender o sofrimento que ela passava e de admiti-lo.
Todas as vezes que os médicos entravam no quarto para fazer os procedimentos normais da doença, encontrava sempre aquela mulher cheia de livros em cima da cama. Ela muito arrogante com eles porque não parava de fazer a sua leitura pra que eles pudessem fazer os procedimentos de aplicar uma ingessão na veia, enfim... um dia um enfermeiro foi fazer uma coleta de sangue e ela com aquele livro dela na mão mostrando-se ainda arrogante, sem admitir aquele sofrimento como um possibilidade de crescimento.. e ai foi ficando difícil o procedimento não dava certo, ela começou a chorar, fechou o livro, jogou o livro no chão e disse pra ela mesma: Chega de Complicações, Agora é hora de simplicidade!).
É o que o sofrimento faz com a gente se a gente permite, a gente perde os excessos, a gente se livra daquilo tudo que é fuga. E ai a gente da atenção pra o que verdadeiramente vale apena naquela hora, naquele instante. E aí a gente olha pra nossa indigência de uma forma nova, mais madura quem sabe!
O que falta muitas vezes pra gente responder os nossos problemas é a simplicidade em encherga-los, retirar os excessos, não permitir que os nossos excessos ocupem ou venham obscurecer a nossa visão ou nos impedir de encaminhar uma solução pra aquilo que nos faz sofrer. Isso é ter fé, é acreditar que Deus esta sempre conos, no momento da nossa luta, no momento da nossa dor, e que portanto temos o direito de ser simples. Quem traz a certeza no seu coração de que Deus é com ele, tem mais facilidade de adentrar esse território da simplicidade...poque não se sente sozinho sendo simples.
Muitas vezes nós não queremos ser simples, nós preferimos as coisas complexas é com medo de agente se sentir só. É a doce ilusão de que as nossas paredes nos acompanham, que os nossos livros nos acompanham, que as nossas realidades podem vir a dar suporte a essa orfandade que um dia todo mundo experimenta no momento da dor, no momento do sofrimento. Veja a sua verdade fundamental, sem exageros, só você e a partir daí reencontre o caminho da vida.
Pe. Fábio de Melo
segunda-feira, 28 de julho de 2014
ASL.com
Se a gente não faz uma limpeza daquilo que nos poluiu, porque todos os dias a vida nos polui. Com aquilo que acontece, com aquilo que a gente vê que acontece com os outros, porque a gente não é indiferente... a gente corre o risco de permanecer mergulhado nas nossas próprias frustrações.
cantando no gogó
Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado... prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão...
Amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou, sonhar como Jesus sonhou, viver como Jesus viveu...Sentir o que Jesus sentia, sorrir como Jesus sorria, e ao chegar ao fim do dia eu sei que eu dormiria muito mais felizzz!!!
Amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou, sonhar como Jesus sonhou, viver como Jesus viveu...Sentir o que Jesus sentia, sorrir como Jesus sorria, e ao chegar ao fim do dia eu sei que eu dormiria muito mais felizzz!!!
Segura Cristãoooo!!!
Deus não nos criou para a infelicidade, para angústia, para a derrota. Ele nos criou para sermos Mulheres e Homens realizados. Lembre-se Deus está sempre ao nosso lado, ele nos ama. Então não aceite de jeito nenhum o desanimo, a derrota, a tristeza, poque nada disso vem de Deus, nada disso vem dele. Enfrente o seu maior adversário que é você mesmo, vá em frente, vá a luta, porque desistir é a saída dos fracos.
"Frases Inspiradoras "
"A tristeza é uma telha quebrada na casa da nossa vida. Mas a esperança é um cobertor que nos protege".
Pe.Fábio de Melo
Pe.Fábio de Melo
domingo, 27 de julho de 2014
O CRISTO DESCONHECIDO
O CRISTO DESCONHECIDO
Há tempos li este famoso poema inglês, de R. P. Yubero, cuja essência desejo transcrever:
“A aldeia estava em festa. Naquele dia o Mestre ia visitá-la e se hospedaria em uma casa, ninguém sabia qual.
‘Oh, se viesse ter aqui em casa!’, dizia consigo mesma uma mulher. E redobrava os seus esforços para limpar, arrumar e embelezar todos os recantos do seu lar. Queria prepará-lo para receber o Senhor com toda a dignidade.
Bateram à porta. Emoção! Seria Ele? Não; era uma pobre vizinha atribulada que a procurava em busca de consolo.
‘Não te posso atender hoje, respondeu a dona de casa. Tenho coisas mais importantes, que absorvem a minha atenção’.
A mulher desolada foi-se. Dentro em pouco bateu à porta um ancião magro, fraco e coxo.
‘Permita-me que pare aqui um pouco e descanse, disse o desconhecido. Caminhei a manhã inteira; agora estou com fome e sinto-me cansado’.
‘Lamento, mas hoje não te posso acolher’, respondeu a piedosa senhora.
Depois destas interrupções, ela retomou seu trabalho com mais afinco. Tornava-se tarde. O Mestre podia chegar a qualquer instante.
Bateram pela terceira vez. Era então um menino de semblante terno e formoso. Notava-se que tinha chorado. Trajava roupa velha e andava descalço. A quanto parecia, tinha caído; ainda se via sangue em seus dedos.
‘Pobrezinho”, exclamou a mulher. Sinto que venhas neste momento. Se fosse outro dia!’ O menino então olhou-a suplicante por uns segundos. E logo desapareceu.
A tarde se adiantava. Era quase noite. O Mestre teria ido para outra casa? Contudo a mulher continuava esperando e rezando. Fez-se meia-noite e o Mestre não viera. Todo o seu trabalho havia sido vão!
De repente apareceu o Mestre. Seu semblante era nobre; seu olhar, sério... Assim falou Ele à dona de casa:
De repente apareceu o Mestre. Seu semblante era nobre; seu olhar, sério... Assim falou Ele à dona de casa:
‘Três vezes hoje bati à tua porta implorando socorro e compaixão, e três vezes Me despachaste, sem me dar auxílio, sem caridade.
Perdeste hoje a benção que Eu te trazia; A oportunidade de servir-Me esvaiu-se.
-Senhor, Senhor meu, perdão! Eu não sabia, ó não, que eras Tu.
-Eu te perdoo, disse Ele, mas a glória de servir-me não poderá tocar a ti. Deixando de fazê-lo a um dos meus, deixaste de fazê-lo a Mim’”.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Poesias em Poemas
Mãe,
Dá-me um pouco de tua força para minha fraqueza.
Um pouco da tua coragem para o meu desalento.
Um pouco da tua compreensão para o meu problema.
Um pouco da tua plenitude para o meu vazio.
Com esses poucos, Senhora, eu terei tudo!
Dá-me um pouco de tua força para minha fraqueza.
Um pouco da tua coragem para o meu desalento.
Um pouco da tua compreensão para o meu problema.
Um pouco da tua plenitude para o meu vazio.
Com esses poucos, Senhora, eu terei tudo!
sexta-feira, 4 de julho de 2014
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