quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Texto de Fé
Cura Senhor onde doii, cura Senhor bem aqui, cura Senhor onde euuu não possoo ir... Acreditar sempre na vida, jamais na morte. Eu sei que a ciência é limitada, mas a nossa fé, essa não deve ter limites, essa deve mover montanhas. Não há como se livrar do sofrimento minha gente, o sofrimento é natural. Faz parte da condição humana. O sofrimento esta em mim, esta em você. Você experimenta de forma pequena, você experimenta de forma grande, nós somos limitados. As pessoas que verdadeiramente amam nessa vida, elas sofrem por grandes causas sim! elas não são indiferentes ao sofrimento que esta do lado! O sofrimento de Jesus foi porque nos amou, ele não sabia ficar indiferente aos outros... Amai-vos uns aos outros...como eu.. pois aquele que ama conhece a Deus... Não tenha medo da vida e nem do acontece nela, tenha fé! ASL.com #Feliz2015
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Oi gente!!! Eu fiz um novo blog e esse trata sobre EDUCAÇÃO. Aguardo a visita de vocês e espero que gostem! Até! :D
http://educadenize.blogspot.com.br/
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domingo, 7 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Música: Marcas Na Alma
por tuas mãos de mulher
nos cuidados, silenciosos segredos
e a materna certeza: eu tenho alguém por mim
e o meu mundo tinha fim nos teus braços
feito barco ancorado, descanso sem fim
tuas coisas tão simples, tua fala tão mansa,
e o teu grito de dor
são lembranças que a vida não leva
sacramentos que o tempo em mim depositou
feito caixa, um baú de segredos,
onde a chave que abre é o teu nome, minha mãe.
hoje se desprende do peito esta dor de saudade
que tem cheiro de mãe, de infância e verdade
de brinquedo perdido e de chuva caindo molhando o quintal
olho pro teu rosto cansado e componho os meus versos
e num choro contido te encontro e confesso
que apesar de crescido, ainda sou teu menino carente de mãe.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
PARA ENTENDER O QUE É A FÉ
Dois amigos ganhavam a vida em Foz de Iguaçu. Um deles, equilibrista, atravessou um cabo de aço sobre uma das cataratas enormes do rio e passava de um lado para o outro equilibrando-se sobre o cabo. Enquanto isto, o amigo lá em baixo, passava o chapéu entre os turistas arrecadando as doações.
Com o passar do tempo, as contribuições diminuíram, e o equilibrista foi obrigado a inovar. Então resolveu atravessar o cabo de aço empurrando um carrinho de pedreiro. Os turistas foram ao delírio, e a sacola das contribuições tornou a encher.
Mas, com o passar do tempo, novamente o equilibrista teve de melhorar as apresentações. Então resolveu fazer algo inédito: disse ao amigo:
- Amanhã, antes de você passar a nossa sacola entre os turistas, eu vou atravessar o cabo de aço, e você vai sentar-se no carrinho...
Imediatamente o amigo se recusou:
- Isso não! Sou seu amigo, gosto de você, confio em você, mas sentar-me naquele carrinho eu não sento não!
- Mas você não é meu amigo; você não confia em mim?
- Sim, sou seu amigo, confio em você, mas sentar no carrinho? Eu não sento não!
Às vezes Deus nos manda: “sentar no carrinho!”; ou seja, CONFIAR!
A gente diz que confia Nele, sabe que Ele não erra... mas, muitas vezes, infelizmente, fazemos como o amigo do equilibrista: “sentar no carrinho? Eu não sento não!”
Pensemos nisto!
Fogão de Lenha
Espere minha mãe estou voltando
Que falta faz pra mim um beijo seu
O orvalho das manhãs cobrindo as flores
E um raio de luar que era tão meu
O sonho de grandeza, ó mãe querida
Um dia separou você e eu
Queria tanto ser alguém na vida
Apenas sou mais um que se perdeu
Pegue a viola, e a sanfona que eu tocava
Deixe um bule da café em cima do fogão
Fogão de lenha, e uma rede na varanda
Prepare tudo mãe querida, o seu filho vai voltar
Mãe eu lembro tanto a nossa casa
As coisas que falou quando eu saí
Lembro do meu pai que ficou triste
E nunca mais cantou depois que eu partí
Hoje eu já sei, ó mãe querida
Nas lições da vida eu aprendi
O que eu vim procurar aqui distante
Eu sempre tive tudo e tudo esta ai
Pegue a viola, e a sanfona que eu tocava
Deixe um bule da café em cima do fogão
Fogão de lenha, e uma rede na varanda
Prepare tudo mãe querida, o seu filho vai voltar
Fogão de lenha, e uma rede na varanda
Prepare tudo mãe querida, o seu filho vai voltar
Que falta faz pra mim um beijo seu
O orvalho das manhãs cobrindo as flores
E um raio de luar que era tão meu
O sonho de grandeza, ó mãe querida
Um dia separou você e eu
Queria tanto ser alguém na vida
Apenas sou mais um que se perdeu
Pegue a viola, e a sanfona que eu tocava
Deixe um bule da café em cima do fogão
Fogão de lenha, e uma rede na varanda
Prepare tudo mãe querida, o seu filho vai voltar
Mãe eu lembro tanto a nossa casa
As coisas que falou quando eu saí
Lembro do meu pai que ficou triste
E nunca mais cantou depois que eu partí
Hoje eu já sei, ó mãe querida
Nas lições da vida eu aprendi
O que eu vim procurar aqui distante
Eu sempre tive tudo e tudo esta ai
Pegue a viola, e a sanfona que eu tocava
Deixe um bule da café em cima do fogão
Fogão de lenha, e uma rede na varanda
Prepare tudo mãe querida, o seu filho vai voltar
Fogão de lenha, e uma rede na varanda
Prepare tudo mãe querida, o seu filho vai voltar
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